Quem pesquisa o preço de um ATS costuma esbarrar no mesmo botão: "fale com um consultor". Muitos sistemas não publicam tabela, porque o valor muda conforme o número de usuários, de vagas e de módulos contratados. Por isso a pergunta "quanto custa" raramente tem uma resposta única.
Este texto explica como os ATS costumam cobrar, quais custos não aparecem no orçamento inicial e o que perguntar antes de assinar.
Como um ATS costuma cobrar
- Por recrutador: um valor mensal para cada pessoa com acesso. Fica caro quando gestores e entrevistadores também precisam entrar no sistema.
- Por vaga ativa: o preço sobe com o número de processos abertos ao mesmo tempo. Funciona para quem contrata pouco e de forma previsível.
- Por contratação ou por processo: paga-se por vaga preenchida ou por processo fechado. Faz sentido para contratações pontuais, não para quem recruta todo mês.
- Plano fixo com limites: um valor mensal com tetos de usuários, vagas e uso. O custo é previsível, desde que os limites estejam escritos.
Custos que não aparecem na tabela
- Implantação e treinamento: alguns fornecedores cobram uma taxa inicial para configurar o sistema e treinar o time.
- Contrato mínimo: plano anual obrigatório ou multa de cancelamento transformam um teste em compromisso de um ano.
- IA vendida à parte: triagem automática, análise de currículo e resumos de entrevista às vezes são módulos extras, com preço próprio ou cobrança por uso.
- Migração e substituição: trocar de sistema exige mover o histórico e reaprender o fluxo. Ferramenta que pede para abandonar a planilha ou o ATS atual cobra esse custo em tempo, mesmo que não apareça na fatura.
Checklist para comparar orçamentos
- O preço está escrito? Se só existe "sob consulta", peça o valor por escrito com os limites incluídos.
- Quantas pessoas podem acessar? Conte recrutadores, gestores e entrevistadores, não só o RH.
- A IA está incluída? Pergunte o que acontece quando o limite de uso acaba: bloqueia, cobra à parte ou muda de plano.
- Dá para cancelar a qualquer momento? Confira prazo mínimo, multa e se existe plano gratuito para testar antes.
- Funciona junto com o que você já usa? Um sistema que soma ao processo atual custa menos para adotar do que um que exige migrar tudo de uma vez.
Quanto custa a mibi
A mibi publica os preços. O plano Free é permanente, para explorar com um processo ativo. O Starter custa R$249/mês e o Pro R$599/mês, com desconto no pagamento anual. Para uma contratação pontual, o Processo Único custa R$899 por 90 dias. A IA está incluída em todos os planos, sem módulo extra. Os limites de cada plano estão na página de planos.
A mibi também não pede para trocar o que você já usa: dá para colocar só a triagem e o Score mibi ao lado da planilha ou do ATS atual. Para entender o que um ATS com IA faz, veja ATS com IA.
Perguntas frequentes
O que é um sistema ATS?
ATS (Applicant Tracking System, ou sistema de rastreamento de candidatos) é o software que organiza as vagas, recebe as candidaturas e acompanha cada candidato pelas etapas do processo seletivo, em vez de planilha e caixa de e-mail.
Por que muitos ATS não mostram o preço no site?
Porque o preço é negociado caso a caso, conforme número de usuários, vagas e módulos. Isso dificulta comparar antes de falar com um vendedor. Quando o preço é público, dá para saber em minutos se a ferramenta cabe no orçamento.
Pequena empresa precisa de ATS?
Depende do volume. Com poucas vagas por ano, uma planilha bem organizada pode bastar. Quando as candidaturas passam a se perder no e-mail ou a triagem toma dias, um plano gratuito ou de entrada costuma pagar o tempo que economiza.
Quanto custa a mibi?
A mibi tem plano Free permanente, Starter por R$249/mês, Pro por R$599/mês e Processo Único por R$899 para uma contratação pontual. A IA está incluída em todos os planos, e os preços estão públicos na página de planos.
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